Fizeram a gente acreditar que o amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que o amor não é acionado e nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossas vida, merece carregar nas costas a responsabilidade de complementar o que nos falta. Na realidade a gente cresce da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar em uma fórmula chamada "dois em um", duas pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era o que funcionava. Não contaram que isso tem um nome: anulação. Que só sendo um indivíduo com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados; que os que transam pouco são os caretas; que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de "ser feliz", a mesma para todos, e os que escapam dela são condenados a marginalidade. Não nos contaram que as fórmulas dão errado; frustram as pessoas; são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Não nos contaram e nem ninguém vai contar. Cada um terá que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Gentileza e Livros
Revirando alguns livros aqui em casa, me submeti a muitas lembranças boas. Como no dia em que minha mãe me mostrou um dos livros dela, chamado "A Cor Púrpura". Sim, eu sei que é um livro bem forte para a criança que eu era na época, mas entre eu e minha mãe nunca houveram "mi-mi-mis". E foi dela que eu herdei essa paixão pela leitura.
Me lembrei também de um moço que eu havia conhecido a pouco tempo no cursinho pré-vestibular. Ele prometeu que me apresentaria um livro incrível, e na semana seguinte me trouxe o livro do qual havia dito novinho em embalagem pra presente da livraria e tudo! Aquele dia percebi que o que ele queria, era me fazer sentir a mesma satisfação e empolgação que ele teve ao ler o livro, e de tão empolgado que aquele moço que mal me conhecia ao me contar a história transparecia, eu não via a hora de chegar em casa e começar a devorar as páginas. E incrível como as coisas são, mais tarde naquele mesmo ano apresentei o tal autor e livro a um outro amigo que também se sentiu maravilhado com a história e me agradeceu abeça.
Quanto ao presente e a gentileza daquele moço, me senti lisonjeada por mais que eu ainda não saiba o fim.
O livro que gerou esse "reboliço" todo, chama-se: "Crime e Castigo", de Fiódor Dostoiévski.
Até o fim deste ano pretendo descobrir o fim dessa história magnífica, assim como tenho em mente ler outros livros.
E os que se encontram no topo da lista, são: "Orgulho e Preconceito" e "O Diário de Anne Frank".
Sinopse dos livros citados:
A Cor Púrpura
http://www.skoob.com.br/livro/4744ED5833
O Diário de Anne Frank
http://www.skoob.com.br/diario-de-anne-frank--contos-do-esconderijo-143290ed161387.html
Crime e Castigo
http://www.skoob.com.br/livro/219ED103136
Orgulho e Preconceito
http://www.skoob.com.br/livro/819ED400361
Me lembrei também de um moço que eu havia conhecido a pouco tempo no cursinho pré-vestibular. Ele prometeu que me apresentaria um livro incrível, e na semana seguinte me trouxe o livro do qual havia dito novinho em embalagem pra presente da livraria e tudo! Aquele dia percebi que o que ele queria, era me fazer sentir a mesma satisfação e empolgação que ele teve ao ler o livro, e de tão empolgado que aquele moço que mal me conhecia ao me contar a história transparecia, eu não via a hora de chegar em casa e começar a devorar as páginas. E incrível como as coisas são, mais tarde naquele mesmo ano apresentei o tal autor e livro a um outro amigo que também se sentiu maravilhado com a história e me agradeceu abeça.
Quanto ao presente e a gentileza daquele moço, me senti lisonjeada por mais que eu ainda não saiba o fim.
O livro que gerou esse "reboliço" todo, chama-se: "Crime e Castigo", de Fiódor Dostoiévski.
Até o fim deste ano pretendo descobrir o fim dessa história magnífica, assim como tenho em mente ler outros livros.
E os que se encontram no topo da lista, são: "Orgulho e Preconceito" e "O Diário de Anne Frank".
Sinopse dos livros citados:
A Cor Púrpura
http://www.skoob.com.br/livro/4744ED5833
O Diário de Anne Frank
http://www.skoob.com.br/diario-de-anne-frank--contos-do-esconderijo-143290ed161387.html
Crime e Castigo
http://www.skoob.com.br/livro/219ED103136
Orgulho e Preconceito
http://www.skoob.com.br/livro/819ED400361
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Considerações - FORFUN
"...A gente não sabia, tudo um dia tem um fim..."
Acordei ainda mais triste do que fui dormir. Ontem 09/06/2015, a banda Forfun anunciou por decreto o seu fim na rede social Facebook.
Como grande fã que sou, não poderia deixar de expor aqui meus sentimentos.
A Forfun, é uma banda independente que eu conheci lá atrás em meados de 2008/2009, quando eu tinha uns 13 anos. A primeira música que eu ouvi da banda foi "Costa Verde". Os anos se passaram e a banda que ainda "tímida" já indagava questões políticas, foi cada vez mais evoluindo e quebrando tabus, rompendo barreiras, formando opiniões, e abrindo a mente de seus ouvintes fazendo o grande favor de esclarecer que "...Pobre de espirito é aquele que não se aventurar..." não deixando de expor que "...O comodismo é um mal parasitário..." além de que "...Juventude perdida é o caralho..." e "...Temos muito mais a dizer...".
A Forfun sempre foi a solução de todos os meus problemas, e é com muita tristeza em meu coração que aqui digito essas palavras. Ocorre, que após 14 anos de palco, os músicos Danilo Cutrim, Vitor Isensee, Rodrigo Costa e Nicholas Christ, decidiram (ao que tudo indica), seguir carreira separadamente.
"Paramos por aqui, dando passagem a tudo de maravilhoso que há por vir. Gigante que é, o Forfun não se encerra. Ele vai ali curtir uma aposentadoria merecida, enquanto nós quatro, seus eternos operários, seguiremos trabalhando em outros projetos com amor e serenidade genuínos".
Com toda certeza do mundo, por aqui termino dizendo que a banda Forfun é sim a melhor que eu já ouvi e farei questão de apresentar o trabalho desses 4 gurís para os meus filhos, com muito orgulho, pois, me fizeram um bem maravilhoso na minha adolescência e minha ESSÊNCIA é forunática.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
"Férias"
Por um momento cheguei a pensar que nunca mais escreveria aqui, já que a maioria dos posts deste blog resume-se a eterna melancolia de uma garota de 19 anos.
Agora estou de "férias", sim entre aspas! Pois fiquei de exame em 3 matérias da faculdade, então passarei as minhas "férias" estudando para tentar manter minha bolsa de estudos, ou então o que será desta pessoa que se imagina futuramente trabalhando no ramo da medicina radiológica, fazendo pós em medicina nuclear?
Sonhar é de graça.
De fato, muita coisa aconteceu desde o dia 13 de março (que foi a ultima vez que andei digitando por aqui), desde faculdade até um término de namoro que deve ter durado no máximo 40 minutos, pois é.
Agora estou de "férias", sim entre aspas! Pois fiquei de exame em 3 matérias da faculdade, então passarei as minhas "férias" estudando para tentar manter minha bolsa de estudos, ou então o que será desta pessoa que se imagina futuramente trabalhando no ramo da medicina radiológica, fazendo pós em medicina nuclear?
Sonhar é de graça.
De fato, muita coisa aconteceu desde o dia 13 de março (que foi a ultima vez que andei digitando por aqui), desde faculdade até um término de namoro que deve ter durado no máximo 40 minutos, pois é.
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